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8.11.2011

Inauguração - Galeria Municipal de Ourém (6 a 28 Agosto 2011)




Imagens da inauguração da exposição, a 6 de Agosto de 2011, na Galeria Municipal de Ourém, com a presença de alguns convidados e breve explicação das obras, a todos os presentes, por parte de Ricardo Passos. Esta é uma pré-apresentação de algumas das obras que serão expostas em Outubro próximo em Newark - USA.


7.14.2011

GALERIA MUNICIPAL DE OURÉM 6 a 28 de agosto


Ricardo Passos apresenta na Galeria Municipal de Ourém, parte da série temática "Era Uma Vez", que esteve exposta na Gallery 360, em Boston.
Nesta exposição serão incluídas novas obras, da série "Maldades", a expôr em Outubro próximo em Newark - USA.
Galeria Municipal de Ourém - dia 6 de Agosto a partir das 17:00h

4.14.2011

GALLERY 360 - Boston


ERA UMA VEZ…

EM LISBOA OU EM BOSTON, TANTO FAZ!

Já tudo se escreveu, disse ou ouviu, desenhou e pintou sobre Lisboa. Sim? Até sobre as melodias, os sons, os ritmos, as vozes e os pregões de Lisboa, já muito se especulou. Não? E, sobre as tradições, os usos e costumes, as cores, as imagens, os cheiros, os paladares e os sentimentos desta nossa antiga Olissipo?

O coração de Lisboa, será e estará, definitiva e irremediavelmente – umbilicalmente - ligado, por genuínas emoções, aos lisboetas ou… para o bem e para o mal, é filigranada jóia e castrador prolongamento de representações de poder que, do velho e centralizador Terreiro do Paço, persistem de forma tentacular, em orden(h)ar as nossas vidas, já de (muitas) pernas para o ar, através de invisíveis laços de efectivos e afectivos modelos que teimamos em repetir, sem significado ou sentido?

É a sociedade de consumo a consumir-se, lenta e bizarramente, numa Lisboa desventrada, desnorteada e despenteada, de efémeras modas e passageiras influências, onde o insólito, o grot(burl)esco e o bestiário (in)verdadeiro, se entrecruzam, por entre as saudades do futuro do tal poeta Pessoa que nasceu no Chiado a que chamava a sua aldeia…

(Re)inventar ou (re)criar Lisboa, passa muito pela imaginação consistente, pela sensibilidade inconsciente, pela fina ironia (que é dádiva dos deuses), pelos mundos vivenciados e estádios (até interiores) de alma, e pela capacidade de observar, olhar e ver…Quando o que é, nem sempre parece e o que parece não deixa de ser, muitas das vezes, uma máscara, ou melhor, máscaras, muitas máscaras, sempre femininas, feitas de refrão barato, sonhos desfeitos, ambições (im)populares, peregrinações perdidas, viagens ocultas ao mais íntimo de Todos nós, lisboetas cosmopolitas e portugueses provincianos, espalhados por esta grande urbe que é diáspora verde-rubra de estórias de princesas interiorizadas, rainhas sem coroa e sardinhas (coroadas) assadas, mas sempre mulheres…Sofridas, choradas, implacavelmente enredadas nas teias que o Império tece, intuídas e (des)mistificadas pelo garrido desprezo de quem passa, de fininho, de mansinho como o cordeiro a quem se tosquia a lã do poeta de A(ri)bril… minha lã, meu Amor.

Percurso voluptuoso, vibrante e sensitivo, deambular holístico e criativo, coerentemente visual e conceptual, de visões transversais de uma Lisboa alternativa e contemporânea, Ricardo Passos, inicia-nos, de forma peculiar, em ritos de passagem, raízes fluídas e repentistas, como as poesias populares dos bairros de antanho, cravadas qual cravos de papel na nossa pele de verdes alfacinhas e perfumados manjericos que são jericos de carga inútil e fútil…

Prova (provada), equilibrada e harmoniosa, do supremo símbolo/metáfora, do estigma que fere e da crítica que não cala, antes fala mais alto, a pintura de Ricardo Passos, expressiva e rica de pormenores, (re)prova que Lisboa seja só o que dela se canta e idolatra, transferindo-nos para memórias, universos singulares e únicos que são afectos de marchante, cheiros da canela em natas de Belém, pastéis de ternura e troca de beijos em interpretativas tardes de domingo.

Lisboa, ela própria, de filosofia barata (tonta) feita, género feminino… Aberta, sensual, erótica, poderosa, radiosa e exuberante, não deixa margem para dúvidas, no seu volte - face de manipuladora obra do demoníaco destino, melancolicamente cheia de energia(s) e carga(s) dúbias, até duvidosas ausências, em xailes coloridos, de prenhes vazios. São as pombas e os corvos de Lisboa…num destorcido e desproporcionado branco e preto da sua, nossa penosa calçada, calcorreada, pisada, batida em saltos altos de quem se quer pôr em bicos de pé, não tendo senão chanatos de cordel…

Agora, em Boston, também à beira do Atlântico, como Lisboa… num frente-a-frente boémio e vilão, de profunda unidade estética, que é Abraço multidisciplinar de conceitos e convicções que são história, valores artísticos e linguagens que estreitam comunicações, cruzam olhares e trocam visões, a arte contemporânea portuguesa, com cheiros e gostos de uma(s) Lisboa(s), também sonhada(s), é proposta, não de cartaz turístico, mas de análise e reflexão, sobre o papel de uma Lusofonia Cultural, da que Ricardo Passos é intérprete e protagonista privilegiado, através desta abordagem – quase (im)possível, (im)pensável e (i)rrepetível…- de mais uma Lisboa sentida e intuída por entre patrimónios e identidades que sempre foram e continuarão a ser, o autêntico pulsar de gestas e demandas de repulsa e sedução, de ponto e (contra)ponto, com que se cozem e desfiam as Artes, os Artistas (como Ricardo Passos) ou as cidades… como Lisboa, ou Boston. Era uma vez, entre a fantasia e o real… tanto faz!

Vítor ESCUDERO

(da Academia Nacional de Belas Artes e da Secção de História do Património e da Ciência, da Linha de Investigação História, Memória e Sociedade do CPES – Centro de Pesquisa e Estudos Sociais, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias).


Ricardo Passos

3.16.2011

Exposição Atelier Galeria Margarida de Araújo

Exposição de pintura de cores vibrantes e personagens misteriosas, onde em cada quadro se desvenda uma história de intriga e contradição, de sensualidade e incoerência, de amores e desamores. Em "Era Uma Vez", Ricardo Passos pretende partilhar connosco as várias leituras prováveis das estórias que nos chegam através da imprensa e de outros fazedores de opinião sobre os amores secretos de Rainhas, divididos entre o convenientemente correcto, e a decadência dos seus amores inéditos…
Inauguração a 26 de Março pelas 18:00 h
Atelier Galeria Margarida de Araújo
Rua dos Fidalgos 5 - Serpa

3.02.2011

A ROSA

A Rosa
Técnica mista | 120 x 120 cms (díptico) | Da série "Era Uma Vez"

A Rosa (pormenor)

A Rosa (pormenor)

A Rosa (pormenor)

A Rosa (pormenor)

2.20.2011

ONCE UPON A TIME (nos bastidores)


No atelier com "PERPÉTUA ROXA"

Ricardo Passos encontra-se em fase de conclusão, da série de trabalhos ONCE UPON A TIME, dedicada às histórias e memórias da Cidade de Lisboa. Esta série de obras será apresentada em Maio próximo, na Gallery 360 - Northeastern University, em Boston, USA.
Este exposição, integrada no Boston Portuguese Festival, realizar-se-á graças à fantástica colaboração e profissionalismo de toda a equipa do Consulado Geral de Portugal, em Boston, organismo promotor do evento.

Execução da última das 12 obras - "A ROSA"

Execução da última das 12 obras - "A ROSA"

2.13.2011

O PAÇO DA VIÚVA

O Paço da Viúva
Técnica mista | 120 x 120 cms (díptico) | Da série "Era Uma Vez"

O Paço da Viúva (pormenor)

O Paço da Viúva (pormenor)

O Paço da Viúva (pormenor)

1.31.2011

AZUL

Azul
Técnica mista | 120 x 120 cms | Da série "Era Uma Vez"

Azul (pormenor)

Azul (pormenor)

Azul (pormenor)

1.28.2011

ERA UMA VEZ


Ricardo Passos expõe a série temática "Era Uma Vez", na antiga igreja da Pousada de São Francisco.
Num antigo Convento Franciscano do século XIII, em pleno centro histórico da cidade de Beja, nasce a imponente Pousada de São Francisco, integrando o misticismo que envolve um convento e as necessidades de conforto e bem-estar dos nossos dias.
Exposição patente ao público até dia 5 de Março. Entrada livre.

1.13.2011

CANELA

Canela
Técnica Mista | 120 x 120 cm (díptico) | da série "Era Uma Vez"

Canela
(pormenor)

Canela
(pormenor)

Canela
(pormenor)

Canela
(pormenor)

11.23.2010

A LADRA E O PANTEÃO


A Ladra e o Panteão
Técnica mista | 120 x 120 cm (díptico) | Da série "Era Uma Vez"

A Ladra e o Panteão
(pormenor)

A Ladra e o Panteão
(pormenor)

A Ladra e o Panteão
(pormenor)

A Ladra e o Panteão
(pormenor)

A Ladra e o Panteão
(pormenor)