6.17.2011

Ricardo Passos representado no MAGMA MUSEO, em Itália

A obra "Alegria" da série "Modus Vivendis", da autoria de Ricardo Passos, faz parte da coleção do Museo Magma, inaugurado em 2010, no Palácio dos Congressos, em Caserta - Itália.

Alegria
Técnica mista 35 x 50 cms Da série "Modus Vivendis

MAGMA MUSEO

A NAMORADA

A Namorada
Técnica mista | 120 x 120 cm (díptico) | Da série "Maldades"

A Namorada
(pormenor)

A Namorada
(pormenor)

A Namorada
(pormenor)

A Namorada
(pormenor)

A Namorada
(pormenor)

5.30.2011

5.25.2011

ONCE UPON A TIME - Gallery 360 - Entrevista

Entrevista durante a inauguração da exposição "ONCE UPON A TIME", na Gallery 360 - Boston. Evento promovido pelo Consulado de Portugal em Boston, e integrado no Boston Portuguese Festival 2011.



BOSTON PORTUGUESE FESTIVAL

5.23.2011

A CARAÇA

A Caraça
120 x 120 cm | Técnica mista | Da série "Maldades"

A Caraça
(pormenor)

A Caraça
(pormenor)

A Caraça
(pormenor)

5.15.2011

ONCE UPON A TIME - Vernissage



Ricardo Passos | Dr. Paulo Cunha Alves - Cônsul Geral de Portugal em Boston | Dr. Vitor Escudero - Membro da Academia Portuguesa das Belas-Artes

Ricardo Passos | Drª Michelle Da Silva | Dr. Vitor Escudero - Membro da Academia Portuguesa das Belas-Artes

Drª Liliana De Sousa | Dr. João Caixinha, Coordenador do Programa Educativo da Língua Portuguesa nos EUA / Instituto Camões | Convidada

Panorâmica da exposição

5.13.2011

FEMINA 2011 - Arte no Feminino - Museu Casa da Luz - Funchal

Ricardo Passos participa com 4 obras no evento FEMINA 2011 - Arte no Feminino. De 1 a 26 de junho, no Museu Casa da Luz - Funchal

Natureza no feminino, mulher e natureza, diferença em vida e sensibilidade, aposta num dos hemisférios do Ser. Irrefutável realidade do feminino, em atitude e comportamento. Pedra angular, muitas vezes de iniciativas e complementos que, na sua dimensão própria, sintetiza e desenvolve, em análise, uma visão prática e objectiva do ser e do estar. No feminino, importa sobretudo, também nas Artes, atribuir visibilidade sustentada e regular, a esta realidade singular, multi-facetada, que no quotidiano, tantas vezes prima por causas próprias, numa pirâmide sublime, em vértices de Liberdade, Amor e Paz!
Arquitecto Manuel Barata
Comissário
MIAB- PORTUGAL


Os olhos também comem
Técnica mista | 70 x 70 cm


Em boca fechada não entram moscas
Técnica mista | 70 x 70 cm


A cara de um, é o focinho do outro
Técnica mista | 70 x 70 cm


Quatro olhos, vêem mais que dois
Técnica mista | 70 x 70 cm



4.26.2011

A LOBA


A Loba
Técnica mista | 120 x 120 cm (díptico)

A Loba
(pormenor)

A Loba
(pormenor)

A Loba
(pormenor)

A Loba
(pormenor)

4.14.2011

GALLERY 360 - Boston


ERA UMA VEZ…

EM LISBOA OU EM BOSTON, TANTO FAZ!

Já tudo se escreveu, disse ou ouviu, desenhou e pintou sobre Lisboa. Sim? Até sobre as melodias, os sons, os ritmos, as vozes e os pregões de Lisboa, já muito se especulou. Não? E, sobre as tradições, os usos e costumes, as cores, as imagens, os cheiros, os paladares e os sentimentos desta nossa antiga Olissipo?

O coração de Lisboa, será e estará, definitiva e irremediavelmente – umbilicalmente - ligado, por genuínas emoções, aos lisboetas ou… para o bem e para o mal, é filigranada jóia e castrador prolongamento de representações de poder que, do velho e centralizador Terreiro do Paço, persistem de forma tentacular, em orden(h)ar as nossas vidas, já de (muitas) pernas para o ar, através de invisíveis laços de efectivos e afectivos modelos que teimamos em repetir, sem significado ou sentido?

É a sociedade de consumo a consumir-se, lenta e bizarramente, numa Lisboa desventrada, desnorteada e despenteada, de efémeras modas e passageiras influências, onde o insólito, o grot(burl)esco e o bestiário (in)verdadeiro, se entrecruzam, por entre as saudades do futuro do tal poeta Pessoa que nasceu no Chiado a que chamava a sua aldeia…

(Re)inventar ou (re)criar Lisboa, passa muito pela imaginação consistente, pela sensibilidade inconsciente, pela fina ironia (que é dádiva dos deuses), pelos mundos vivenciados e estádios (até interiores) de alma, e pela capacidade de observar, olhar e ver…Quando o que é, nem sempre parece e o que parece não deixa de ser, muitas das vezes, uma máscara, ou melhor, máscaras, muitas máscaras, sempre femininas, feitas de refrão barato, sonhos desfeitos, ambições (im)populares, peregrinações perdidas, viagens ocultas ao mais íntimo de Todos nós, lisboetas cosmopolitas e portugueses provincianos, espalhados por esta grande urbe que é diáspora verde-rubra de estórias de princesas interiorizadas, rainhas sem coroa e sardinhas (coroadas) assadas, mas sempre mulheres…Sofridas, choradas, implacavelmente enredadas nas teias que o Império tece, intuídas e (des)mistificadas pelo garrido desprezo de quem passa, de fininho, de mansinho como o cordeiro a quem se tosquia a lã do poeta de A(ri)bril… minha lã, meu Amor.

Percurso voluptuoso, vibrante e sensitivo, deambular holístico e criativo, coerentemente visual e conceptual, de visões transversais de uma Lisboa alternativa e contemporânea, Ricardo Passos, inicia-nos, de forma peculiar, em ritos de passagem, raízes fluídas e repentistas, como as poesias populares dos bairros de antanho, cravadas qual cravos de papel na nossa pele de verdes alfacinhas e perfumados manjericos que são jericos de carga inútil e fútil…

Prova (provada), equilibrada e harmoniosa, do supremo símbolo/metáfora, do estigma que fere e da crítica que não cala, antes fala mais alto, a pintura de Ricardo Passos, expressiva e rica de pormenores, (re)prova que Lisboa seja só o que dela se canta e idolatra, transferindo-nos para memórias, universos singulares e únicos que são afectos de marchante, cheiros da canela em natas de Belém, pastéis de ternura e troca de beijos em interpretativas tardes de domingo.

Lisboa, ela própria, de filosofia barata (tonta) feita, género feminino… Aberta, sensual, erótica, poderosa, radiosa e exuberante, não deixa margem para dúvidas, no seu volte - face de manipuladora obra do demoníaco destino, melancolicamente cheia de energia(s) e carga(s) dúbias, até duvidosas ausências, em xailes coloridos, de prenhes vazios. São as pombas e os corvos de Lisboa…num destorcido e desproporcionado branco e preto da sua, nossa penosa calçada, calcorreada, pisada, batida em saltos altos de quem se quer pôr em bicos de pé, não tendo senão chanatos de cordel…

Agora, em Boston, também à beira do Atlântico, como Lisboa… num frente-a-frente boémio e vilão, de profunda unidade estética, que é Abraço multidisciplinar de conceitos e convicções que são história, valores artísticos e linguagens que estreitam comunicações, cruzam olhares e trocam visões, a arte contemporânea portuguesa, com cheiros e gostos de uma(s) Lisboa(s), também sonhada(s), é proposta, não de cartaz turístico, mas de análise e reflexão, sobre o papel de uma Lusofonia Cultural, da que Ricardo Passos é intérprete e protagonista privilegiado, através desta abordagem – quase (im)possível, (im)pensável e (i)rrepetível…- de mais uma Lisboa sentida e intuída por entre patrimónios e identidades que sempre foram e continuarão a ser, o autêntico pulsar de gestas e demandas de repulsa e sedução, de ponto e (contra)ponto, com que se cozem e desfiam as Artes, os Artistas (como Ricardo Passos) ou as cidades… como Lisboa, ou Boston. Era uma vez, entre a fantasia e o real… tanto faz!

Vítor ESCUDERO

(da Academia Nacional de Belas Artes e da Secção de História do Património e da Ciência, da Linha de Investigação História, Memória e Sociedade do CPES – Centro de Pesquisa e Estudos Sociais, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias).


Ricardo Passos

4.07.2011

O BIDÉ

O Bidé
Técnica mista | 120 x 120 cm (díptico)

O Bidé (pormenor)

O Bidé (pormenor)

O Bidé (pormenor)

O Bidé (pormenor)

4.05.2011

DEZASSETE

Dezassete
Peça integrada no projecto "A Bilha"
Cerâmica, mármore e película de radiografia
30 x 30 x 45 cm

Dezassete (pormenor)

Dezassete (pormenor)

Há bilhas que não são bilhas
por água muito perder
e há bilhas que de tão belas
às mulheres tiraram o ser
mas se a libelinha no fontanário
por ti alguma vez passar
não a deixes roubar teu brilho
nem o homem que contigo casar


Helena Nogueira

3.29.2011

"DEZASSETE" - work in process

Dezassete
Peça para integrar o projecto "A Bilha"
Asas feitas a partir de película de radiografia
(work in process)
Sacode as nuvens

Sacode as nuvens que te poisam nos cabelos,
Sacode as aves que te levam o olhar.
Sacode os sonhos mais pesados do que as pedras.

Porque eu cheguei e é tempo de me veres,
Mesmo que os meus gestos te trespassem
De solidão e tu caias em poeira,
Mesmo que a minha voz queime o ar que respiras
E os teus olhos nunca mais possam olhar.

Sophia de Mello Breyner

3.25.2011

FIARTE 2011














Com o Rei na Barriga XXXI
Acrílico sobre tela com fragmentos de folha de ouro | 100 x 100 cm

Ricardo Passos participa na FIARTE 2011 - Feira Internacional de Artes Plásticas, a decorrer de 1 a 10 de Abril, no Parque Vale do Mondego - Coimbra. É representado pela Galeria Vera Cruz.