Video de apresentação da Exposição "Mil Vozes a Dois Tempos, em Espaço Conventual". Pintura de Ricardo Passos e Escultura de Santos Carvalho. Palácio Nacional de Mafra. De 18 de maio a 30 de julho de 2012
6.15.2012
"Mil Vozes a Dois Tempos, em Espaço Conventual"
Video de apresentação da Exposição "Mil Vozes a Dois Tempos, em Espaço Conventual". Pintura de Ricardo Passos e Escultura de Santos Carvalho. Palácio Nacional de Mafra. De 18 de maio a 30 de julho de 2012
MIAB - Madeira International Art Biennale
Ricardo Passos é artista convidado de honra na 4º edição da MIAB - Madeira International Art Biennale. A bienal decorre na ilha da Madeira, em 4 espaços dedicados à cultura; Casa da Cultura de Santana, Museu da Electricidade, Centro C. Estreito de Câmara de Lobos e Centro C. Ponta do Pargo, descentralizando assim o evento e proporcionando a partilha de cores e vivências que cada um projecta nas suas telas, de modo a perpetuar emoções, de provocar novas sensações e rupturas.o acesso a esta mostra de arte a mais visitantes.
Ricardo Passos está representado, com duas obras de sua autoria, na casa da Cultura de Santana, juntamente com os artistas Guareta Coromoto, Jeroen Buitenman, Luz Henriques, Mariola Landowska, Paulo Damião, Rosa Pereira e Rúben Freitas.
Esta mostra de arte decorrerá entre 14 de junho e 30 de julho, nos espaços acima referidos.
Casa da Cultura de Santana
A Namorada
Quentes e Boas
5.30.2012
RICARDO'S - exposição artes plásticas
Pintura Ricardo Passos | Escultura Ricardo Tomás
Pintura Ricardo Passos | Escultura Ricardo Tomás
Pintura Ricardo Passos
Escultura Ricardo Tomás
5.23.2012
Inauguração exposição "Mil Vozes a Dois Tempos, em Espaço Conventual - 18 de maio - Palácio Nacional de Mafra
Foi inaugurada no dia 18 de Maio - Dia Internacional dos Museus, a exposição "Mil Vozes a Dois Tempos, em Espaço Conventual, com pintura de Ricardo Passos e escultura de Santos Carvalho.
Esta exposição foi agraciada pela curadoria do Dr. José-Luís Ferreira, que fez uma apresentação brilhante da mesma, a todos os presentes.
A assessoria de imprensa esteve a cargo da jornalista Piedade Coelho.
Durante o evento, o violinista Nuno Flores fez uma magnífica actuação, que conferiu mais magia ao magistral monumento que é o Palácio Nacional de Mafra.
O catering, bem como a produção de catálogos sobre a exposição, tiveram o apoio incondicional da Art Clinic Day Spa / Elizabeth Batista e Cem Porcento - Alimentação Natural / Drª Celeste Dias.
As imagens abaixo, são da autoria do fotógrafo Jorge Alves.
A exposição estará patente ao público até 30 de Julho, no entanto, a obra St. Hamnibal Habitvs foi retirada após a inauguração porque, "poderia ferir a susceptibilidade de alguns visitantes do Palácio"
Esta exposição foi agraciada pela curadoria do Dr. José-Luís Ferreira, que fez uma apresentação brilhante da mesma, a todos os presentes.
A assessoria de imprensa esteve a cargo da jornalista Piedade Coelho.
Durante o evento, o violinista Nuno Flores fez uma magnífica actuação, que conferiu mais magia ao magistral monumento que é o Palácio Nacional de Mafra.
O catering, bem como a produção de catálogos sobre a exposição, tiveram o apoio incondicional da Art Clinic Day Spa / Elizabeth Batista e Cem Porcento - Alimentação Natural / Drª Celeste Dias.
As imagens abaixo, são da autoria do fotógrafo Jorge Alves.
Claustro do Palácio Nacional de Mafra
Aspecto da entrada, com escultura de Santos Carvalho
Escadaria de acesso ao Salão Galilé, onde decorreu a exposição
Sessão de abertura da exposição, com intervenção do Dr. Mário Pereira - Director do Palácio Nacional de Mafra; Dr. José-Luís Ferreira - Curador da exposição; Ricardo Passos - Pintor; Santos Carvalho - Escultor
Entrega de antúrios a todos os intervenientes no evento.
Neste caso, a Drª Celeste Dias, da Cem Porcento - Alimentação Natural
Ricardo Passos, José-Luís Ferreira, Piedade Coelho, Elizabeth Batista e Santos Carvalho
Aspecto geral da exposição - Salão Galilé
Aspecto geral da exposição - Salão Galilé
Aspecto geral da exposição - Salão Galilé
Foto de alguns dos presentes na inauguração
Foto de alguns dos presentes na inauguração
Foto de alguns dos presentes na inauguração
Actuação do violinista Nuno Flores
Aspecto do cocktail
Curador, Vereador da Cultura, C. M. Mafra, Director do Palácio e Dr. Joaquim Sardinha e esposa.
Intervenção de Dr. José-Luís Ferreira
Dr. José-Luís Ferreira fala sobre uma das obras do escultor Santos Carvalho.
Intervenção de Dr. José-Luís Ferreira
Performance sobre a obra "St Hamnibal Habitvs", no sentido de ocultar o sexo do frade com a parra da censura
5.06.2012
ENTREVISTA "ANTENA 1"
A propósito da exposição "´Mil vozes a dois tempos em espaço conventual" a partir de 18 de Maio no Palácio Nacional de Mafra, Jorge Afonso convidou para este programa os autores - Pintor Ricardo Passos e o escultor Santos Carvalho.
Para escutar, clicar no link abaixo
5.02.2012
St. HAMNIBAL HABITVS
St. Hamnibal Habitvs
100 x 170 cms | Técnica mista
St. Hamnibal Habitvs
(detalhe)
St. Hamnibal Habitvs
(detalhe)
St. Hamnibal Habitvs
(detalhe)
St. Hamnibal Habitvs
(detalhe)
St. Hamnibal Habitvs
(detalhe)
MIL VOZES A DOS TEMPOS, EM ESPAÇO CONVENTUAL
MIL VOZES de protesto (ou espanto), de revolta (ou admiração)! O clamor da indignação dos pobres injustiçados, ou a glória triunfante e sumptuosa dos trunfos da riqueza e da fortuna. Mil vozes surdas, gritantes e simultâneas, entre o mutismo secular-intemporal dos rebanhos humanos domesticados, subjugados pela desumanidade do poder. O poder (ir)racional da força natural, contra as forças malignas que chibatearam a energia braçal da Humanidade primordial, para que a madeira, a rocha e, o metal, produzissem as máquinas elementares que não libertariam a cidadania, antes confeririam, ao progresso marcial, a energia de novas armas, guiadas pela astúcia iníqua dos poderosos que, sempre!, a dominaram pelo dinheiro que cimenta os cultos da ignorância e a diversidade do temor avassalante.
O paradoxo social, os
paradigmas idiossincráticos da política, as fraudulentas lições da História, as
lendas do Medo, a fábrica equívoca de áureos futuros colectivos, o milagre da
felicidade comunitária gratuita sorteada, nas compras massivas de fé(?), impostas às almas indecisas pela (ir)racionalidade da propaganda. O
marketing publicitário multimilenar das tiranias!
Esta é uma mostra conjunta
de obras livres e inter-descomprometidas, marcada pela força de mãos-dadas, de
dois artistas plásticos, uma vez mais reveladora (in)comum de uma proximidade pontual afectiva e solidária – na
actualidade e, sempre! – entre perfis distintos, duas linguagens, duas
personalidades diversas que, intencionalmente, conjugam, a dois tempos, o subjectivismo de ecos dessas mil vozes – num espaço conventual, onde se casa a natureza do (ir)real simbólico, na forma (o volume corpóreo, orgasticamente saboreado pela modelação escultórica
da morfologia humana elevada ao feminino) …com o surreal transacto, na
figura pictural (a imagem
virtualmente plana, onde a eloquência, interpretativa da absurdez social contemporânea,
se manifesta, desventradora da aparência comum das pessoas e suas coisas):
as mensagens, táctil e virtual, de duas autorias lusitanas dando forma à ‘essência pessoana de um desassossego
quinto’imperial’ num lapso
transgressor da nossa coetaneidade…
Eis que, neste acolhedor –
e histórico-monumental – espaço monástico (…monárquico,
também, enquanto símbolo da riqueza
transatlântica do poder senhorial absoluto de Dom João V) se concelebra, com a exibição associada de obras destes dois autores, o Dia Internacional dos Museus, não mais
se duvidando que o conceito necrológico a estas instituições, outrora
generalizadamente atribuído, se aproxima de ser, definitivamente, postergado!
De facto, o acolhimento
dado a esta exposição temporária permite oferecer – aos que a visitem (lateralmente ao percurso diário das visitas
museológicas à grandiosidade deste espaço, outrora realista e conventual ) –
a ressurreição da força anímica que dele remanesce, como implante, transitório
e exemplar, da criatividade artística contemporânea.
Fica demonstrado, à
puridade, que um Museu não é, de facto, nos dias de hoje, um cemitério de cultura,
consagrado ao constrangimento e ao «medo respeitoso das massas populares
analfabetas, de antanho, perante um obscurantismo conveniente à ocultação da
verdade dos homens e das coisas, da Arte e da Ciência»…
Com a significância e
representatividade das obras expostas, Santos
Carvalho e Ricardo Passos,
os dois expositores, honram, numa segunda edição, o convite dos responsáveis
institucionais, dedicando, à efeméride, um contributo pleno de autenticidade
onde ecoam os gritos de mil vozes, entre
milhentos silêncios, sucedâneas (em
múltiplas e aleatórias perspectivas), já exponencialmente valorizados no
legado cultural humanístico do literato universal português José Saramago – sobremodo e, também, no fictivo monumento Memorial, que engendrou – pretextado pelo espaço (i)material do Convento que, parcial, esporádica e, coincidentemente, as alberga…
Trata-se, repito, de
linguagens – intercomplementares, nas suas leituras – provenientes do
imaginário (circunstancialmente)
síncrono, de dois artistas plásticos credenciados, com um percurso internacional
paralelo, entrecruzado, mais uma vez, nesta efeméride. Cada um dos autores – a
seu modo e maneira – explora a homeomorfo’geneidade da Figuração Humana, dela
extraindo expressões situacionais ou sentidos nocionais impressivos, congeminados
em acepções de intensa ‘ambiguidade gramatical’ que, (soit disant)
conformes (ou disformes) desafiam a
fantasia do observador, pelo seu (des)ajustamento
…ou inusitada configuração contextual, seja na sua singularidade, no conjunto
…ou, na transitoriedade (ou
provisoriedade) ambiental, deste invulgarmente magnífico espaço expositivo.
O maravilhoso –
magnificente-mítico ou aterrador-quimérico – contido nos artefactos aqui
conjugados, verá, porventura, multiplicada, a sua significância intrínseca, por
efeito analítico, ou da liberdade especulativa, do observador, solícito de
atenção, admiração ou reparo, seja pela sua (im)pertinência ou acutilância crítica, pela sua simplicidade, ou
pela simbiose de noções que, supostamente, a sua carga potencial desencadeará.
Nem o âmbito, nem o
contexto, nem os meios próprios, susceptíveis de terem sido disponibilizados a
esta exposição, nos possibilitam alargar o espectro desta breve (e, manifestamente, insuficiente) nota
introdutória. As obras patentes serão mais eloquentes. Este imponente espaço, conventual
e palaciano, de Mafra – multiplicado pela presença daqueles que a visitem – lhe
conferirão aquilo que, obviamente, seria displicente acrescentar-se aqui, na
escrita breve destas dispensáveis palavras…
José-Luis
Ferreira
CARAMULO,
MAIO 2012
4.23.2012
4.09.2012
4.06.2012
4.01.2012
3.31.2012
CHICK
Chick
120 x 120 cm (díptico) | técnica mista
Chick
(pormenor)
Chick
(pormenor)
Chick
(pormenor)
Chick
(pormenor)
Chick
(pormenor)
Chick
(pormenor)
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